• O Escritório
  • Profissionais
  • Atuação
  • Notícias
  • Política de Privacidade
  • Contato

Pimentel & Mochi Advogados Associados

  • O Escritório
  • Profissionais
  • Atuação
  • Notícias
  • Política de Privacidade
  • Contato
25 de junho de 2020

Os principais objetivos da recuperação judicial dentro das empresas.

Quando uma empresa entra em crise econômica e acaba se complicando financeiramente, surgem algumas ferramentas para que ela resolva a situação. Os casos mais citados na mídia e conhecidos pelas pessoas em geral são os de pedido de falência, mas essa é a última instância e tem conotação muito negativa. Antes disso, é possível trabalhar de outras formas.

Por exemplo, com um pedido de recuperação judicial. Este processo é deferido pelo juiz, a partir do momento que a empresa mostra um plano para se recuperar e pagar os débitos, entrando em acordo também com os credores, que precisam aceitar o acordo para que o pedido seja aceito pela Justiça.

Neste texto, abordaremos quais são os objetivos da recuperação judicial dentro das empresas. Por que vale a pena, para o negócio, tentar esta ferramenta, em vez de outras possibilidades?

Objetivos da recuperação judicial

O primeiro objetivo dentro das empresas é, obviamente, evitar a falência. Neste caso, muitas vezes os gestores acabam perdendo o controle do negócio, passando para um administrador judicial.

Na recuperação, os donos podem seguir pilotando a gestão e tomando as próprias decisões sem interferências, embora precisem cumprir as metas que apresentaram aos juízes.

Logo, mantém-se uma certa normalidade dentro do ambiente de trabalho. Isso leva a uma segunda vantagem/objetivo do pedido de recuperação: a possibilidade de manter a empresa operando e produzindo.

Os empregos são mantidos, os funcionários seguem realizando suas funções sem intervenções e, de certa forma, em um ambiente mais esperançoso. No momento de incerteza da crise, com risco de falência e demissões, todo o trabalho é prejudicado, caindo também a qualidade.

Além disso, com a estrutura empresarial mantendo seu funcionamento, é possível também seguir fazendo o trabalho, o que mantém a marca no radar de seu público-alvo.

Com isso, os clientes podem seguir comprando. O pior cenário, em uma crise, é perder também o consumo daqueles que fazem o dinheiro entrar na conta.

Com a recuperação judicial, é possível dar um alento a todos, a partir do momento que os envolvidos têm certas garantias judiciais e veem a empresa com um plano organizado para sair do momento de dificuldade para se reerguer e prover um futuro melhor a todos.

Por fim, ainda pode-se falar sobre a relação de confiança com os credores. Falta de pagamentos tira a credibilidade da marca perante todo o mercado, dificultando acordos e investimentos.

Mostrando-se disposta a resolver a situação e pagar os débitos, a empresa consegue resgatar uma parte do prestígio.

Como o plano de recuperação judicial precisa ser aceito pelos credores, a empresa sabe que, conseguindo cumpri-lo, será vista de forma mais branda pelo mercado, retomando parte de sua confiança, facilitando as relações e aumentando as possibilidades de lucro futuro.

Estes são alguns dos objetivos de se realizar um pedido de recuperação judicial, pensando na ótica das empresas, que conseguem manter suas lideranças, sua produção, seu quadro de funcionários e a relação com o público.

Internamente, é uma oportunidade de gerar alívio e conseguir se reorganizar, seguindo um plano de ação que passou por muito estudo e, principalmente, que teve a aceitação dos credores, o que também ajuda na credibilidade dentro do mercado.

Para mais informações sobre o caso e o acompanhamento jurídico em situações de complexidade econômica, entre em contato:

(67) 3321-7111
info@pimentelmochi.com.br
www.pimentelemochi.com.br

Compartilhe

Veja outros conteúdos

29 de maio de 2026

Por que vender tudo pode ser o ato de amor mais difícil do fundador

Até aqui, falamos sobre governança, sucessão e estruturas para manter empresas familiares de pé ao longo das gerações. Mas existe uma pergunta que quase nenhum fundador está preparado para ouvir:“Pai… a gente admira tudo o…

Saiba mais
25 de maio de 2026

Sem comando, a recuperação judicial torna-se um tiro no pé para empresas em crise  

Durante muito tempo, a recuperação judicial foi tratada no Brasil como o “fim da linha” para empresas em crise. Bastava uma companhia entrar com o pedido de recuperação para o mercado associar imediatamente a imagem…

Saiba mais
22 de maio de 2026

Sucessão não é Plano B, é plano A pra não vender

Ou por que governança é o único seguro contra venda forçada. Por Rodrigo Gonçalves Pimentel (*) Todo empresário jura que nunca vai vender seu negócio. Até o dia que a conta não fecha, o herdeiro…

Saiba mais
20 de maio de 2026

Sucessão internacional com custo zero: Veja com o advogado Rodrigo Pimentel, como proteger e perpetuar patrimônio

Descubra como a sucessão internacional com custo zero pode evitar inventários, reduzir riscos e assegurar a continuidade do seu legado com estratégia e inteligência jurídica. Rodrigo Pimentel — Foto: Divulgação Uma sucessão eficiente deixou de…

Saiba mais

Como podemos te ajudar?

Envie seus comentários ou questionamentos para Pimentel & Mochi por meio do formulário.

Ative o JavaScript no seu navegador para preencher este formulário.
Nome *
Carregando

Campo Grande, MS

Av. Hiroshima, 636
CEP: 79032-050
(67) 3321-7111

Brasília, DF

SHS, Quadra 6, Conjunto A
Bloco A, Asa Sul, Sala 308
(61) 3578-9400